segunda-feira, 16 de maio de 2011

OLHANDO O MUNDO

Hoje parei pra olhar o mundo, parei pra refletir no que ele já me proporcionou... Olhei para mim, fiz uma reflexão interna e me perguntei: Será que eu mudei? Será que meus Ideais continuam os mesmos? o que é importante pra mim hoje? E comecei pela primeira vez a vez soluções para todas as respostas; A primeira: Sim, amadureci; A segunda; Alguns sim outros não; A terceira: Não importa o quanto o tempo passe as coisas que são importantes para você um dia sempre vão ser importantes... Talvez hoje eu tenha mudado minha forma de olhar o mundo, olho para ele com mais leveza, sem tanto receio, parei de exigir de mim mesma aquilo que não consigo. Esqueci de tudo o que não precisava ser lembrado, tomei coragem de olhar meus problemas e meus traumas como um adulto e não como uma criança querendo colo.
Fiz uma faxina, uma faxina na minha vida, joguei fora o que não me importava, resgatei coisas que me machucavam para resolve-las de uma vez por todas, comecei a prestar mais atenção em quem me ama e deixei de lado quem me odeia, comecei a dar atenção nos jestos, no toque, no cheiro, e percebi o quanto faz falta a pessoa que amamos do nosso lado (MESMO QUE SEJA UM DIA SÓ VIU RAFA).
PAREI E VI QUE A CADA DIA MAIS EU SOU EXTREMAMENTE APAIXONADA POR VOCÊ RAFA, MEU MARIDO, NAMORADO, AMANTE, AMIGO... EU TE AMO...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Raízes


Novamente a angústia vem me atormentar, novamente conflitos internos que nunca se sessam, perguntas sem respostas, o baú agora esta vazio, vazio de memórias ou lembranças que me entristecem a alma, mais ainda há tristeza em meu olhar.
Pessoas me julgam a todo tempo sem ao menos saber o que se passa dentro de mim, estou num momento particular, só meu... Não preciso dividir o vazio dentro de minha alma, nem preciso d desculpas sinceras, preciso vencer as batalhas as batalhas contra mim mesma...
Preciso aprender mais, ser mais paciente, mais decisiva, mais objetiva, preciso aprender a ter sonhos, preciso abrir os olhos, porque eles estão fechados a muito tempo com medo de encarar a realidade...
Preciso de paz, paz interior, paz nos dias que hoje já passam tão rápido...
Preciso liberar o que há dentro de mim que há anos está camuflado, preciso liberar o que meu sangue pede, o que minhas raízes são...
Abandonei o que eu era, o que mais amava: Minha religião, apenas para tentar fazer os outros felizes... Sinto minhas raízes me chamando para algo que está abandonado porém não morto...
Voltar a ser o que sempre fui sem vergonha de ser o que eu era...
Voltar por respeito aos meus antepassados, manter a tradição viva, por mais que por fora ela esteja aparentemente morta, por dentro ela continua viva e batendo, pulsando em minhas veias, me fazendo o que sou...
Estou voltando ao meu passado, as minhas raízes, a minha religião.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Estamos longe... Muito longe pra tocar o céu...

Estamos longe pra tocar o céu... O céu que é as decisões, essas que mudam toda a nossa vida...
Mudanças, necessitamos de mudanças em nossas vidas, realizar aquilo que não tivemos coragem, soltar da garganta a inspiração contida por medo, ser oque realmente somos sem precisar copiar ou ser o que não somos, quero um mundo sem fantoches... quero deixar a porta aberta, aberta pros meus pensamentos saírem e brincarem como crianças rolando na grama... Quero me sentir viva novamente, quero voltar a me refletir no espelho, com a mente completamente centrada e equilibrada, sem os fantasmas, sem medo... Quero voltar a molhar meu rosto com a água da chuva e sentir que de alguma forma ela me purifica, quero minhas manias bobas que deixei o tempo levar como se fossem bonecas inutulizavéis, quero voltar a ter sonhos e a esperança de realiza-los... Quero um tempo pra mim, pra minha mente e meu corpo voltarem ao normal, pra voltarem no que são realmente... Me sinto diferente são mais frequentes as lagrimas do que os sorrisos, não sou assim... Mais o tempo é o mestre que muda e transforma tudo e todos e ele vai me dar uma solução só resta ter paciência....

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Coisas Ocultas




Há coisas mais ocultas em nossos seres, que até nós mesmos tentamos esconder de nosso próprios pensamentos. Aquele segredo escondido no fundo do pensamento... Aquela frase que nunca conseguiu tirar da mente... Aquele filme que você chorou e chorou porque sabe que de uma certa forma você é a protagonista... Aquela carta jamais rasgada... Aquela fotografia jogada fora mais que permanece viva de uma certa forma... Aquele almoço em família, quando a "família" ainda era uma família... Aquela mágoa guardada no fundo da alma...
Coisas assim que passam em segundos... pequenos instantes, nas quais marcam uma vida inteira... Marca o momento do renascimento, porque ora pra renascer de alguma forma é preciso morrer, marca o verdadeiro amor, porque pra que haja verdaeiro amor é preciso haver decepções...
O ser humano só aprende apanhando, ninguém nesse mundo aprende com carinhos...
Isso por um lado é bom porque fazemos assim dos erros dos outros a nossa fortaleza, fazemos das quedas dos outros uma lição, mais nem sempre isso é o bastante, podemos morrer de saber que o fogo queima, mais sempre vamos estar indo de encontro deles até termos a certeza que o fogo realmente queima... Somos feitos de certezas nais quais temos que ser nós mesmos para comprová-la.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Fazendo de mim





FAZENDO DE MIM... O melhor que posso ser, me transmutando em um mundo desigual, sendo diferente do que pensava ser...




FAZENDO DE MIM... Uma paz infinita, me alojando no fundo de um coração vazio...




FAZENDO DE MIM... Uma lembrança naquela foto que você não tem coragem de jogar fora...




FAZENDO DE MIM... Uma parte da história de alguém...




FAZENDO DE MIM... Uma marca registrada nas memórias...




FAZENDO DE MIM... Apenas o que sou, me infiltrando em terrenos perigosos e me arriscando nos olhos das pessoas que me veem dia após dia, mais feliz, me arriscando como se cada pequeno segundo fosse o último...




FAZENDO DE MIM... O que as minhas fantasias me permitirem ser...




FAZENDO DE MIM... Menina, mulher, dama ou promiscua dependendo do meu estado de espírito...




FAZENDO DE MIM... Tudo o que minha mente pode criar...




FAZENDO DE MIM... O pássaro que cria asas e perde o medo de VOAR...




FAZENDO DE MIM... Uma alma viva e não um troféu para estante...




FAZENDO DE MIM... O tempo; para me permitir decidir o tempo de começo, meio e fim...




FAZENDO DE MIM... Um soldado na batalha que mesmo com a derrota anda de queixo erguido...




FAZENDO DE MIM... Uma peça ÚNICA , na qual ninguém possa achar em outros risos...




FAZENDO DE MIM... O veneno mais mortal e a cura mais exata...




FAZENDO DE MIM... o dia e a noite o tudo e o nada...








O tempo passa rápido demais pra quem ignora a importância de um segundo...

sábado, 31 de julho de 2010




Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar ou fazer sexo...


Isto é carência!


Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...


Isso é saudade!


Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...


Isto é equilibrio!


Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...


Isto é um pricípio da natureza!


Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...


Isso é circunstância!


SOLIDÃO É MUITO MAIS DO QUE ISSO...


SOLIDÃO É QUANDO NOS PERDEMOS DE NÓS MESMOS E PROCURAMOS EM VÃO PELA NOSSA ALMA.


Vou fechar meus olhos para aquilo que não quero ver... Vou tampar meus ouvidos para o que não quero ouvir, quero apagar da minha mente tudo o que não quero lembrar, quero apagar os dejavus que já tive, quero apagar o passado... Quero parar de chorar constantemente por coisas sem importância, quero drenar esse vale de lágrimas que me ronda.

Quero ser mais alegre mais positiva, mais as velhas lembranças voltam a me cercar, as velhas histórias com finais trágicos, as velhas ideologias sem nenhum nexo. Quero jogar o baú das memórias fora e bem longe de mim... As músicas que eu escuto não expressam nada além do imenso vazio que habita dentro de minhas entranhas...

A juventude é o meu presente, mais é velha minha alma e também os sentimentos complicados e indecisos perdidos na imensidão do vazio do que chamo de alma, vazio que absolutamente nada supri, nada acalma e nada consola... Sentimentos amargurados jogados nas páginas de um livro empoeirado sobre a estante, jogados naquele disco que não escuto até o fim ou naquelas cartas em que não tenho coragem de jogar no labirinto da saudade, sentimentos que me fazem me atirar num abismo; enquanto eu me afogo em um belo copo e me mato na fumaça cinzenta, tento apenas encontrar a saída do túnel...
Mais tudo acaba no ponto aonde começou, então se é assim, na proporção que vem é a mesma que vai... e aasim vou levando, até os picos de crise diminuir, até as lágrimas pararem de escorrer, e até as dores sumirem, o coração se acalmar, a ferida cicatrizar, da mente o passado apagar e tudo voltar ao normal...